Alface transgênica eleva preços de refeições em restaurantes a quilo

Por ser mais pesada, a alface transgênica precisa de transporte especial, o que encarece seus custos.

A AVV – Associação dos Vegetarianos de Verdade – entrou na justiça contra a ARQ – Associação dos Restaurantes a Quilo – e a briga promete.

Segundo a presidente da AVV, Marina Silva, diversos restaurantes estão usando alimentos transgênicos e que fariam mal à saúde dos consumidores: “Não tem nada a ver com transgênicos… isso é coisa do Greenpeace. Nós estamos indignados é porque a alface modificada pesa 50 vezes mais do que a normal e nossos pratos estão ficando caríssimos!”

O proprietário do restaurante a quilo Kilograna se defende: “Ou fazíamos isso ou iriamos quebrar… o pessoal agora vem com essa de só comer alface, comer plantinha, e os pratos acabam ficando leves demais. Com essa nova alface o preço médio dos pratos subiu e eu pude trocar de carro, uma maravilha!”

A cliente, Suzana Correia, de 72 anos, que frequenta o restaurante há 20 anos, disse estar absurdada com a alteração genética na alface mas faz uma ressalva: “Meu almoço ficou bem mais caro mas em compensação meu intestino está funcionando muito bem e economizo no Activia. Eu apóio a alface transgênica.” Já Rodrigo Pereira, outro cliente, afirma que não come toda alface em seu almoço: “Economizo e o que sobra uso como peso de papel no escritório.”

Segundo a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância da Salsinha e Alface – informou que os testes com 5 marcas de alfaces geneticamente modificadas foram aprovadas. Segue trecho do laudo técnico:

“A alface transgênica é própria para o consumo humano e seu peso não altera as características fisico-quimicas… ademais, essa estória de comer folha é coisa de vegetariano invertido e um prato sem uma suculenta chuleta mal passada não alimenta ninguém.”

O presidente da Danone, fabricante do Activia, informou que seu produto contém em sua fórmula 35% de alface transgênica.

A direção do Mentira Diária comeu a alface transgênica durante um mês para saber os reais efeitos do alimento. Nesse período tivemos que deixar de pagar o nosso aluguel e a conta de água do prédio, devido aos altos preços pagos pela alface, além de termos ido ao banheiro somente 3 vezes.

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Categorias:Brasil, Economia

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